Janeiro 2008


 

Cuidado. Altos níveis de sarcasmo, regados com pitadas de cinismo e humor-negro.

 

Na realidade, não existem “regras” para se terminar um relacionamento, existem dicas do que fazer e do que não fazer. Como, por exemplo, nunca use uma dessas frases abaixo como pretexto ou explicação para terminar o seu namoro:

* Ai, eu bati minha cabeça, que dor… Ei quem é você?

* Eu preciso de um tempo.

* Eu preciso de espaço.

* Não é você, sou eu.

* Eu vou me mudar para a África para ajudar os nativos.

* Eu só tenho mais seis meses de vida e não quero fazer você passar por essa experiência.

Essas desculpas colam tanto quanto você chegar trêbado em casa, abrir a porta, dar de cara com sua mãe e, ao ser perguntado sobre o seu estado, você diz “Ah, isso… foi a coca-cola que me fez mau”.

Também existem alguns tipos de conduta que não devem ser lavados a diante ao se terminar com uma pessoa. Nunca termine por mensagem de texto, correio de voz, MSN, carta, tele-mensagem, sinal de fumaça ou por telefone. Qualquer uma dessas formas vai fazer com que a pessoa envolvida fique com uma tremenda raiva de você. E pelo resto da vida, os relacionamentos dela vão ser afetados por sua atitude infantil. Resumindo: você decidiu terminar? Então seja homem e fale cara-a-cara.

Vamos então abordar, de forma prática, as formas ideais de se destruir o futuro que sua parceira/parceiro construiu no seu imaginário, mas com elegância.

Vamos começar então.

Motivo da separação

 

Eu até estava a pesquisar na internet a opinião das pessoas sobre como se deve terminar um relacionamento bem, e na maioria dos casos foi falado sobre “Fale para ela sobre seus reais sentimento, e se for verdadeiro, ela vai entender”. o.Ô

Essa técnica é bem bonitinha, e vai funcionar se você for um homem em contato constante com seus impulsos femininos. Em seguida diga para ela que você achou seu parceiro ideal, o nome dele é Jorge e ele o satisfaz completamente…

Antes de tudo, você deve ter um bom motivo para terminar um relacionamento. Seja porque a relação está morna, e você acha que não vale a pena desperdiçar o tempo de ambos nesse lenga lenga, ou simplesmente porque a secretaria gostosa e cobiçada de sua empresa está te dando mole. Motivos não são como presentes debaixo da árvore de natal, que simplesmente aparecem (claro, a não ser que realmente se trate da segunda opção), em geral, são coisinhas que vão se acumulando durante o tempo e que vão desgastando o relacionamento, até que por fim chegam ao ponto que estamos abordando.

Por experiência própria, sei que dois dos maiores motivos para o desgaste de um namoro são a convivência extrema e o ciúme exagerado.

No primeiro caso, o que acontece é que ao se encontrar todo, ou quase todos os dias com sua parceira, não há tempo para se ter aquela saudade, aquela vontade de se encontrar. Acabam-se os assuntos e fica naquela coisa banal e forçada, aquela situação chove não molha. É necessário sempre manter alguma distância, dar algum tempo para que a vontade de ser ver chegue.

No segundo caso, o que acontece é que simplesmente nós homens não gostamos de nos sentir presos. Estamos namorando, mas não quer dizer que eu quero que você dê uma de Professor Xavier (X-Men) e entre na minha cabeça para saber tudo o que eu faço durante o dia.

Na hora H não importa se o que você está falando a ela é o seu motivo real, importa apenas que pareça real. Divulgar os motivos reais é opcional e na maioria dos casos desaconselhado. Tá, pode parecer cínico e cruel isso, mas na verdade não é. Pensem em todas as vezes que você deu/tomou um fora, e se lembre se em alguma você se sentiu bem com a explicação esfarrapada que recebeu da pessoa? Hum deixa ver… nunca.

O segredo nesse tipo de coisa está simplesmente em fazer com que a pessoa que toma o pé na bunda se sinta ainda feliz por você estar largando ela (mesmo que demore alguns dias para ocorrer), pelo motivo que seja. Ela tem que sentir que está ganhando alguma coisa ou que você é uma pessoa sensível que se preocupa com ela. Não se pode chegar dizendo:

- Eu estou te segurando, pois você poderia estar arruinando mais vidas nesse momento.

Isso com certeza a faria surtar. E isso nunca é bom. Principalmente se o pai dela é policial, chefe de boca ou se ela sabe lidar com armas de fogo.

 

Ação

 

Para prosseguir, você deve ter em mente que não poderá acabar com ela em qualquer lugar, não pode simplesmente ir ao mercado e no meio da sessão de verduras começar um diálogo de término:

- Hum, esses tomates estão caros… eu quero terminar nosso namoro.

Uma boa opção é sumir, por alguns dias (não menos que dois, não mais que cinco), para que a pessoa já sinta alguma coisa estranha no ar e vá se preparando mentalmente para o que pode estar por vir.

Você deve escolher também um local calmo, onde possam conversar (sim, já falamos sobre isso, nada de mensagem de texto, seja homem, honre suas bolas), onde você possa falar para ela os seus “sentimentos”. Nunca, em nenhuma hipótese faça isso na sua casa, porquê você é quem deve dominar a situação, você é quem está partindo. Se ela estiver na sua casa, às coisas ficam muito difíceis, porque você não poderá simplesmente sair pela porta e não voltar mais, você mora ali.

 

Você já tem o motivo e o lugar, então bola para frente.

Quando vocês se encontrarem, a guria já vai estar (na maioria dos casos) nervosa e esperando pelo tombo. Não enrole demais ao falar sobre o termino. É claro que ela necessita de uma explicação, mas se ficarem muito tempo a discutir sobre o motivo, a tendência é de que acabe em briga.

Vamos a um exemplo de diálogo:

- Olha (inserir nome da moça), eu realmente gostei muito do nosso tempo juntos, mas eu sei que você notou que a gente tem se afastado…

Ela vai discordar.

- Olha, eu não quero ficar como os outros casais, que ficam simplesmente se agüentando. Não podemos ficar em uma relação que não seja espontânea e, se a gente continuar, é exatamente isso que vai acontecer.

Agora vem uma parte opcional, que depende do quanto sua garota está acreditando no que você está falando. Se optar por falar as próximas linhas, é importante que você pareça o mais natural possível, pois essa é muito clichê.

- Eu quero que tu sejas feliz, mas isso não vai acontecer comigo.

Pronto. Você disse o que veio dizer, não disse algo que possa parecer bobagem. A parte em que você disse que ela notou o afastamento é verdade, e ela vai notar. Assim como quando você disse que não quer ficar em uma relação que não é espontânea vai dar-lhe credibilidade. Por fim, você está basicamente dizendo que você é um merda que não vai fazer ela feliz. No futuro, ela vai lembrar-se de todas essas coisas, mas por agora, ela vai fazer uma das quatro coisas abaixo:

1. Vai ficar lhe questionando – Você vai ter que ser duro, então, e fazer com que ela visualize que não vai mais rolar entre vocês de forma alguma. Seja firme, ao menor sinal de fraqueza sua você vai estar perdido.

2. Chorar – Dentre todas as opções, essa é a mais passível de acontecer. É normal que isso ocorra, mas você não deve se deixar ser manipulado pelo choro dela e mudar sua decisão.

3. Barganhar – Ela pode tentar o dissuadir da decisão, geralmente prometendo mudar ou fazer algo diferente para preservar a relação de vocês. Mais uma vez, você vai ter que ser firme, olhar nos olhos dela e garantir que sua decisão é o melhor para vocês dois.

 

Não deixe esses olhinhos te convencerem

4. Desdenhar/ameaçar – Essa é a mais imprevisível e perigosa, pois ela pode simplesmente falar “Você nunca vai encontrar alguém como eu” ou “Eu vou fazer você se arrepender disso”.

O mais provável mesmo, se você fez tudo certo e foi convincente, é que sua garota chore por ter perdido você. Afinal, vocês podem ter vivido bons momentos juntos, mas tudo acaba um dia. Ela vai lembrar-se de como você agiu na situação, de como você foi honesto, vai ver como o que você falou era “verdade”, e você vai estar livre para farrear com a vizinha ou sei-la-o-quê você queria estar fazendo. Ou ela vai esfaquear você quando você estiver de costas e daí é GAME OVER.

Algumas reações podem acontecer ainda depois do ocorrido. Como por exemplo ela pode ficar te ligando, pode te procurar no trabalho, na escola, na casa da vizinha… O importante nesse ponto é você se afastar e dar à ela o tempo necessário para cair a ficha e para que ela comece a se acostumar em ter apenas a sua lembrança.

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O que você acha de ajudar a salvar o mundo?

Considerando que nós vivemos em um planeta que está se rebelando contra os abusos sofridos pelo homem( e pela mulher também), perece realmente uma boa idéia levantar do sofá,  parar de ver o BBB, e fazer alguma coisa de útil pelo planeta onde vivemos.

Você agora pode estar falando com aquela voz desanimada, “o que eu posso fazer? E como posso fazer?”.

Pois bem, você não precisa sair a rua em passeatas, se amarrar em árvores, limpar pingüins que foram sujos por óleo,ou parar de respirar para chineses não morrerem (haha, lembram, daquela piada do Chávez han? Entenderam?). O que você pode vai fazer é apenas economizar água, mas o mais divertido, é que você não vai economizar a sua água, mas sim a dos outros,  você vai fazer essa pilantragem na casa deles.

Tá, mas como?

Simples. Em uma das milhares de vezes em que você for ao banheiro, fazer o sei-lá-o-quê, você vai avacalhar com a descarga dele.

Eu espero que todo mundo saiba, que na caixa de descarga, há uma bóia que mede o nível da água, para que ela seja reabastecida. O que você tem que fazer é apenas entortar um pouco, o caninho de sustentação desta bóia um pouco para baixo( peloamordedeus, não vá fazer que nem em filmes de sessão da tarde, e quebrar o maldito cano, porque daí ferrou, você literalmente fez merda). O que vai fazer com que da próxima vez que você dê descarga, o nivel de água fique mais baixo.

 

Pois então, só com esta ação você vai poupar milhares de litros de água por mês, o que por si só já é uma boa coisa, pois estamos em via da falta de água potável no mundo. Eu acabei de fazer isso aqui em casa( sim, eu quase destruí minha descarga, mas é porque eu sou meio desastrado), vamos ver no final do mês a economia que vou ter.

Companheiros, preparem-se, eu vou hackear a privada de vocês…( tá não ficou assim uma Brastemp, mas já é um slogam).

 

Egito 1990

As areias quentes do deserto queimam os pés cansados, e vento quente machuca a pele queimada pelo sol à pico no céu. À frente o homem em farrapos nota uma caravana de beduínos parada próximo a um poço em uma cidadela a muito abandonada. Quando o notam eles o olham com caras de espanto, como se sua presença fosse um insulto, e logo o brilho das lâminas aparece sobre p céu azul…

Nova York 20 de dezembro de 1999

Assunto: Kaiphas, o mercador.

O homem acorda de seus devaneios, assustado com o som de um cargueiro próximo, um grito alto e grave. Ele olha para o painel do carro, são 10h30 da noite. No rádio toca Led em alguma rádio de sucessos do passado. Seus olhos se fixam no pára-brisa, já semi coberto pela neve que cai serena sobre. Fica observando enquanto os flocos de neve descem lentamente do céu negro, pousando no capô do carro.

Ele olha para o banco ao seu lado. Em cima da poltrona revestida finamente de couro, um objeto que destoa da elegância do resto. Uma pistola Desert Eagle prateada. Embora muito eficaz, ela também é muito grande, e difícil de manusear.

Ele se lembra de Benitto lhe dizendo para trazer a arma, pois as coisas poderiam ficar feias. Ele não gosta desse tipo de negócio, de se arriscar. Mas o comprador pediu especificamente a sua presença nessa noite. Um novo cliente. Pelas informações que receberam, ele parece ser um barão do tráfico colombiano, aliado das F.A.R.C.

Ele ouve então o som de pneus sobre o cascalho que encobre o chão do cais do porto onde se encontra. A neblina espessa faz com que ele force a visão para notar os faróis que agora se aproximam.

Uma caminhonete negra.

O motorista para o carro, e o desliga. Em seguida abre a porta, e calmamente sai andando até a frente, pondo sobre o capô uma maleta escura. No interior da maleta, Kaiphas consegue ver seu pagamento, 5 milhões de dólares. Muito dinheiro. Exatamente por isso que ele não queria estar aqui neste momento, lidando com algum subordinado de um barão do tráfico.

Ele pega a arma, e a põe no bolso esquerdo do impermeável de couro que veste. Pega as chaves do carro, e então desembarca. Sente a tensão no ar. O homem do outro lado, também.

Kaiphas então põe as chaves do carro no capô.

O homem fala com um marcado sotaque africano, para a surpresa de Kaiphas.

- Meu senhor agradece a sua presença, e espera que você aprecie bastante o seu pagamento, e espera que você ainda esteja disponível no futuro para novos negócios.

- Claro que estarei disponível. Seu senhor sabe como me encontrar, então, assim que ele tiver mais alguma exigência ele sabe o que fazer.

O homem sorri e começa a caminhar na direção de Kaiphas, que imita o mesmo movimento. Os dois cruzam brevemente olhares enquanto caminham para efetuar a troca de veículos.

Os olhos do homem estão levemente dilatados, talvez devido ao uso abusivo de drogas, mas a sensação que aquele homem passa o deixou preocupado.

Ao chegar ao capô da caminhonete Kaiphas observa o servo do traficante, que de imediato vai até o porta-malas para verificar a mercadoria.

Ele não fica ali para ver a conclusão da análise, apenas pega a maleta com o dinheiro, entra na caminhonete e se dirige para o escritório de Bennito.

….

 

Ele conduz o carro calmamente saindo da área portuária de NY. A neve continua a cair só que agora um pouco mais forte. Ele observa as estruturas ao seu redor quando para o carro em uma sinaleira. O bairro parece ter sido vítima da recessão que acometeu a cidade na década de 80, pois as casas embora grandes, são agora como que esqueletos que ainda não perderam a carne totalmente. A ruína está por todo o lugar. Pelas esquinas se espalham viciados, traficantes, gangues… o tipo de cliente que em potencial que ele gosta, mas hoje não, hoje ele apensa necessita falar com o italiano para que acertem os próximos passos de sua organização.

Ele é pego de surpresa por uma batida no vidro. Instintivamente ele põe a mão no bolso do casaco. Mas a solta ao notar uma velha mendiga a falar algo do lado de fora do carro. Dinheiro, como todos os outros ela quer. O vidro então é desce, a mulher se aproxima do carro, infestando-o com o cheiro de cinzas de cigarro, misturados com o de lixo e dejetos humanos.

Os olhos dela se fixam nas grandes órbitas negras do egípcio. Ela engasga antes que consiga falar algo. Põe a mão sobre o pescoço, tentando afrouxar o aperto de algum ser invisível. Seus olhos não mais vidrados agora contêm apenas horror, pânico e medo. Suas mãos desesperadamente tentam buscar ajuda em Kaiphas, mas não encontram nenhuma.

Ele apenas sobe o vidro mais uma vez, antes mesmo de notar que o corpo ao lado do seu carro já parou de se debater.

Ele vê então o carrinho de compras que servia de carrocinha de lixo da mendiga, parado na frente do carro. Ele engata a marcha ré, e começa a recuar. È quando nota um ruído, vindo debaixo do capô, algo que não estava ali antes, ele teria notado. Seus músculos se retesam, ele tenta alcançar a maleta que está no banco do carona ao mesmo tempo em que abre a porta. Seus movimentos são felinos, ele agarra a maleta, que se abre deixando um rastro de notas de cem dólares conforme a rapidez sobre humana de Kaiphas o tenta afastar do veículo.

Então ele ouve antes de ver. O som do gatilho metálico, que desencadeia uma reação explosiva. Seus olhos se fecham conforme a explosão o lança em direção ao meio da rua, as chamas lambendo seu corpo, e os destroços voando para todos os lados. A última vê, é o corpo deformado da mendiga caída no chão, e então, apenas a escuridão do asfalto.

Seu corpo cai no chão com um baque surdo. O dinheiro cai como a neve sobre o corpo do egípcio, lenta e suavemente, cobrindo-o…

 

Segundo nosso bom e já um tanto velho, mas ainda aguerrido Aurélio, a definição de irritação seria essa.

 

s.f. Ação, efeito de irritar ou irritar-se. / Estado de uma pessoa irritada: presa de forte irritação. / Ação do que excita os nervos, os órgãos etc.; resultado dessa ação. / Agastamento, cólera.

Tudo bem, não é lá uma tarefa muito difícil de fazer, a não ser que seja um homem muito, mas muito calmo, ou ele seja um banana/monge castrado.

A verdade é que as mulheres têm a grande capacidade de nos deixar por vezes com a pulga atrás da orelha, ou com vontade de encenar a ultima luta do Rocky VI com aqueles corpinhos esguios (não aconselhado para quem tem namorada que luta Muay Thay, ou que tenham porte de arma).

Então, aqui, para as mulheres, vão algumas dicas infalíveis, de como deixar o seu guri, com vontade de te pôr no porta-malas de um carro bomba na frente da embaixada dos EUA.

 

1. Seja melosa;

 

 

Ah, sim, ligue dez vezes ao dia para dizer que o ama que gosta muito de estar com ele (até mesmo usando a técnica falcatrua dos três segundos no telefone para não gastar nada). Mande e-mails com mensagens em Power Point, sobre o amor, felicidade, e as vezes sobre os mortos de fome na África( com a vã esperança de que ele se emocione com as fotinhos, mas que com certeza ele vai simplesmente mandar para o lixo, e vai continuar a ler coisas importantes, como o horóscopo do terra…). Quando estiver com ele, imite um óctopus, e grude nele, não deixe que ele vá a nenhum lugar da casa, sem que você esteja ao seu lado, demonstrando a ele o quanto o seu amor é grande, assim como sua capacidade de ser inconveniente.

2. Pergunte-nos sobre nossas ex-namoradas;

 

Sim, isso é horrível. Na maioria das vezes, nós só queremos ver o nome das nossas ex-gurias no obituário, ou na pagina criminal… ( ou talvez ainda tenhamos uma “amizade” ocasional com elas, e a nossa rejeição em falar delas, se vem do fato de que nós não conseguimos não nos gabar de algumas coisas…). E no fundo no fundo, nós sabemos que falar sobre as ex, vai dar pano pra manga para perguntas ainda mais “armadilhas”, como:

- O quanto você gostava dela? (o que pode ainda gerar uma pergunta mais perigosa: “O quanto você gosta de mim?” e pode terminar em algo do tipo, “ O que você acha de nossa relação?”).

- Porque vocês terminaram? (ah nós terminamos porque eu a traí com a melhor amiga dela…).

- Você a acha mais bonita que eu? (Essa é muito perigosa, pois assim como a pergunta, “… você me acha gorda?”, a resposta errada nesse caso, vai nos agraciar com vários dias de abstinência sexual involuntária).

3. Chore, grite, se escabele, e mais importante, atire coisas fofinhas e cor-de-rosa na nossa direção;

 

Não há nada mais irritante, do que uma guria que faça O ESCÂNDALO, por causa de coisas triviais, como escolher o local pra sair, porque você esqueceu que era aniversário dela, ou porque você acidentalmente estava na cama com sua melhor amiga.

Tah, não tão extremo assim. Mas com certeza é bem irritante e frustrante para um homem quando sua garota começa a espumar, e logo após os gritos, em sua direção você vê que atiradas coisas felpudas e fofinhas, como aquela pantufa do Taz. E depois de todo o escândalo, você não se dando por vencida, apela para o emocional… você chora compulsivamente, e começa a dizer coisas aleatórias como:

- Você não me ama mais?!

- Eu não sou bonita o bastante?!

- Como assim roupa de colegial??!!!

4. Demore em se arrumar;

 

Poucas coisas dão mais nos nervos do que aguardar uma princesa se arrumando (o resultado final pode ser maravilhoso, e nos dar vontade de arrancar a roupa de vocês, mas a espera é dolorosa. A não ser que você tenha um Playstation 2 com alguns jogos de matança). Fique se olhando na frente do espelho e perguntando que tipo de roupa fica melhor, sendo que com certeza, a nossa opinião não vai influenciar em nada na sua escolha final.

Se estiver na casa dele, ao se aprontar, deixe suas coisas espalhadas pela casa, calcinhas no chuveiro, e cabelo no ralo…

5. Demore mil anos ao fazer compras;

 

Sim, porque também é um pé no saco deveras irritante dar uma de Homem-Cabide. Você fica para lá e para cá, indo de loja em loja, de provador em provador, e nós homens ficamos atrás… Irritante, a além de tudo, acarreta em que enquanto você está no provador, nós por uma raiva (sub)consciente, vamos dar em cima de todas as garotas que vendem perfumes, óculos, bijuterias, que trocam as roupas do cabide…

6. Comece a planejar o lindo e brilhante futuro a dois;

 

Isso não só nos deixa irritados, pois é um assunto que não gostaríamos de tocar, como também pode ocasionar o fim de toda a relação, pois na verdade nó queríamos apenas nos divertir, e você já esta lá escolhendo as toalhas de mesa para nossas bodas de ouro.

Nós queremos apenas aproveitar o momento. Nada de pensar nos nomes dos nossos sete filhos e doze netos, no nome do cachorro… etc. Talvez até quiséssemos algum compromisso, mas queríamos que ficasse subentendido apenas, e não planejado até a última nota de rodapé.

7. Arrume o nosso caos particular;

 

Cara, isso é ruim. Você tem lá, sua imitação do Holocausto no seu quarto, mas onde você consegue se encontrar, e vem aquela figurinha baixinha, e diz que o local está uma bagunça, te chama de vagabundo, e então começa a escavar o lixão que é o lugar. O olhando com um ar de reprovação a cada revista masculina encontrada, a cada meia escondida meticulosamente entre o colchão e a cama, a cada pedaço de pizza de três ontontes que ela encontra.

8. Diga que o meu desenho não é que nem o da TV, ou que a gostosa está com os peitos caídos;

 

Sim, eu desenho, então eu acho que isso pode se aplicar a mim, mas também poderia servir para outras formas de arte. Pois se você está lá concentrado na sua obra (qualquer que seja ela), não quer ninguém dando palpite, dizendo que a cor tá errada, que o violão tá desafinado, que na verdade você está só fingindo escrever…

9. Seja possessiva;

 

Não deixa o guri ir ao banheiro em paz, não pode jogar futebol, mexe na carteira dele para ver se encontra algum vestígio de traição, desconfia dos lugares aonde vamos…

Gostamos de sabre que vocês se preocupam conosco, agora, posso cagar sem a sua presença?

Ser possessiva demais, além de sinal de insegurança, é muito inconveniente em várias situações, e tem gente que chega a extremos nessa viagem. Eu por exemplo, conheço uma guria, que pegou o CPF do namorado, para poder ligar para a operadora de telefonia dele para saber quais foram as ultimas ligações recebidas, os últimos números discados. Chegava ao cúmulo de ligar para qualquer número que fosse estranho, para saber se era de mulher. E se fosse, ah daí sim o barraco tava armado.

 

E por fim, e talvez a forma mais devastante de deixar um homem brabo e ou broxa…

10. Diga a ele que você fingiu;

 

Sem comentários.

 

Olha, tenham certeza de que há ainda diversas outras maneiras de nos deixar putos da cara, mas um Top 10 já ta de bom tamanho. Como eu disse isso já é o bastante para fazer um cara comum (vulgo eu), querer brincar de corujinha com o seu pescoço, ou dizer que vai se mudar para a África setentrional para ajudar os necessitados.

No nosso próximo episódio: Como dar um pé…

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O Assassino da Meia-Noite.

Meu nome é Jonas Smith, e eu sou um assassino.

Sim, como eu disse, eu sou um assassino, mas uma vez eu já tive família, tive filhos. A vida não parece ser justa com todo mundo, nem todos tem o direito de serem felizes. Minha teoria é a seguinte: Quando Deus criou a terra, ele deu aos seus filhos a dádiva de ser feliz. Só que como em tudo, deve sempre haver certo equilíbrio, então, para que algumas pessoas fossem felizes, outras deveriam ser miseráveis. Justiça divina eu chamo isso. Minha justiça.

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Hoje é sexta-feira, uma maldita sexta feira, a chuva cai torrencialmente em New York, tive de vedar as minhas janelas, pois neste imundo quarto, nem da chuva eu estou protegido, a cidade que nunca dorme dizem os turistas, uma bela cidade, uma cidade fedorenta, cheia de pessoas que preferem te dar um chute, ao estender a mão para ajudar a lhe levantar, aqui sim é a selva, e o cheiro, oh o cheiro, digno de uma província inglesa do sec. XVII. A chuva trás do fundo dos bueiros aquele cheiro de esgoto, aquele cheiro acido, misturado a algo mais, algo indefinível. È verdade que a cidade não dorme, mas o pior não é a cidade que não dorme, mas sim, o que acorda ao entardecer, o que se levanta quando as sombras se deitam.

Eu sou Alex Sanders, e eu sou um vampiro.

Bem, se é assim mesmo que eu posso me chamar, não é nada tão glamoroso como o livro de “Bran Stoker”, mas ao menos eu posso comer alho. È um mundo mais difícil do que o comum, não há amigos, não há segurança, não há amor, a única coisa que há neste mundo, é desconfiança, a traição e o horror visto a cada noite nos olhos das vitimas. Eu não tive muito tempo para aprender nada sobre este mundo, meu senhor me abandonou, um viciado que deve ter tido uma crise, me atacou quando eu perambulava pelo Bronx, e me “secou”, quando deu por si, deve ter ficado apavorado, e me trouxe então para este pesadelo. Eu acordei horas após, havia corpos de duas mulheres ao meu lado, seus rostos desfigurados, eu estava coberto pelo o sangue de ambas. Foi então que começou o meu pesadelo. Eu sou um pária, um caitiff, um sem clã, destinado a não pertencer a lugar nenhum neste mundo. Mas eu me viro.

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Sexta feira 6 de junho de 1999, Manhattan

A chuva cai pela cidade, o vapor dos bueiros, e passagens de ar sobe alto pelas ruas lotadas de “gado”, o prédio parece velho, um espinho remanescente dos anos setenta, construído com tijolos à vista, deve ter sido belo em sua época, mas nada dura neste mundo, agora jas coberto por pôsteres de bandas, e pichações, como um cobertor, ou uma bandagem, para proteger este velho prédio de cair morto por sobre o enxame de carros e pessoas que passam.

O “velho”, esta do outro lado da rua, parado ao lado de uma cabine telefônica, usa um impermeável de couro marrom que perece já ter enfrentado muitas batalhas, assim como seu usuário. Ele usa também um chapéu de abas largas que esconde seus cabelos grisalhos e a face marcada pelo tempo e pela experiência. Escondem também seus olhos, azuis, como os de um Clint Eastwood em seu auge. Ele observa o apartamento no segundo andar, um moquifo, um esconderijo, uma casa. Levou muito tempo para que decidisse fazê-lo. Ele é um caçador, um assassino, cauteloso, frio, mas assim como o prédio a sua frente, sue tempo já passou, ele se apóia também agora, para que não caia em meio a esta multidão.

Ele já foi o assassino da meia noite, o algoz dos não mortos, é considerado um anátema pelos membros, alguém que se visto deve ser morto, porque se você não o matar, ele com toda certeza irá fazê-lo.

Estima-se que Ele já tenha matado cerca de cem membros, só na América do norte, gente importante, ele não distingue seitas ou clãs, idade ou sexo, para ele, o serviço que faz, é em nome de Deus, ele extermina as crianças de Lúcifer. Mas ao que parece, hoje, ele veio encontrar sua família mais uma vez. Uma ultima vez.

O velho tosse, um lenço cobre sua boca, o velho observa a cor âmbar do sangue que agora jas no pedaço de seda, ele não tem muito tempo. Ele então toma uma decisão, começa vagarosamente e decididamente a andar em direção ao outro lado da rua, e em direção ao velho prédio. Os carros passam zunindo por todos os lados, o homem sabe o que tem de fazer, assim como sempre soube antes, só que desta vez a tarefa vai ser um pouco diferente, ele veio dizer adeus.

O Velho porteiro se assusta com o som da porta de vidro se abrindo, poucas pessoas vêm a este prédio a estas horas, e geralmente os que vêm procuram algum tipo de negócio obscuro, por isso ele observa o senhor que entra pela porta. O homem se move como se estivesse prestes a cair morto ali mesmo. “Em que posso ajudar?”- pergunta o porteiro, o homem o fita por alguns segundos, então por fim responde, ”Eu procuro por uma pessoa, Alex Sanders, você o conhece?”.

Enquanto sobe pelas escadas o velho lembra-se de como era seu filho antes de tudo, uma criança, normal como todas as outras, curiosa como todas as outras. Muito tempo se passou desde o dia em que se separaram, o filho havia por duas vezes tentado contatar o pai, mas sem sucesso, o Sr. Smith, não admitia que o seu filho houvesse se tornado um deles, um da raça que ele jurou um dia exterminar. Mas o tempo é o melhor juiz, e hoje, Jonas Smith, bate a porte de Alex Sanders Smith.

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A noite chegou já faz duas horas, a letargia inicial que acomete todos os membros já havia a muito passado, agora o jovem assistia o noticiário sem prestar nenhuma atenção, pensando nos próximos passos da noite, provavelmente iria ir para o Succubus encontrar seus companheiros, e depois iriam “beber” todos juntos, ou iriam simplesmente vagar pela cidade e pelos clubes.

A campainha toca despertando seus sentidos, ele sabe que ninguém vem ao seu refugio, seus colegas não o fazem, cautelosamente ele vai à busca de sua arma, escondida embaixo do travesseiro. Pronto. Ele então se dirige a porta devagar. Ele já ouviu falar de alguns membros violentos que simplesmente invadem os refúgios, destroem quem estiver dentro, matam todos no prédio, para por fim botar ele abaixo.

- Quem é?

-Alex? Sou eu Alex, seu… han…pai.

Durante a noite toda os dois conversaram, o Sr Smith se desculpou por não te atendido ao filho durante todo este tempo, para ele era muito difícil aceitar que seu único filho havia se tornado aquela criatura, mas a aproximação da morte o fez ver que necessitava do filho, assim como todos, no fim há a necessidade de não deixar nada pra trás de que possamos nos arrepender.

A conversa começou tímida entre os dois, mas passada a vergonha inicial, os dois tinham muito a dizer um para o outro.

O filho contou o que acontece na cidade à noite, o que realmente era aquela cidade, contou sobre os companheiros que o aceitaram mesmo ele sendo um caitiff, contou sobre as noites quem que a única coisa que consegue fazer é ficar deitado esperando para ver se a morte vai vir na forma de um membro do sabá, um lobo, um caçador, contou sobre o medo constante, sobre o horror e sobre o sangue que já derramou.

O velho Sr. Smith pegou o filho pelas mãos, olhou nos olhos dele e lhe disse que no fim, tudo vai ficar bem, não importa quem ele seja, disse-lhe que queria ter estado ali antes, para que o filho não tivesse de passar por tudo aquilo sozinho. Contou-lhe sobre suas viagens pelo país, sobre todos os tipos que já havia encontrado, e por todos os lugares que já havia passado. Após anos, pai e filho novamente se viam.

- meu filho, eu espero que você um dia possa me perdoar, por tudo que eu já fiz, por ter renegado você todo este tempo. Eu vivi todos estes anos uma vida solitária, eu cacei todas essas coisas noite após noite, cidade após cidade, e nenhuma recompensa me foi trazida até os braços, sua mãe não foi trazida de volta vida, nem tampouco sua irmã, naquela noite em que elas morreram, eu estava bêbado, como sempre, talvez por isso que eu não consegui fazer nada, eles me procuraram porque eu era da policia naquela época, e havia matado um do grupo deles algumas noites antes, também foi por isso que me fizeram assistir enquanto estupravam e matavam as duas, sua mãe e sua irmã, eram a minha vida, assim como você, no dia em que elas morreram também eu morri, meu coração se tornou negro como a noite que acoberta estes malditos, e eu jurei caçá-los até o fim dos meus dias, todos os que eu encontrei tiveram uma morte terrível em minhas mãos, nada sobrou deles a não ser as cinzas, o meu ódio alimentou meu coração e me manteve por todos esses anos. Cada nome da cada vampiro que eu matei esta estampado em meu corpo, para me lembrar de cada noite que eu passei acordado, para exterminar aqueles que tiram as vidas das pessoas que eu amo. Então você se tornou um deles, e mais uma vez meu coração foi tomado pela angustia, e então eu matei mais e, mais, mas agora eu estou aqui, com você meu filho, as portas da morte já se abrem pra min., e eu perdi tanto tempo atrás dessas coisas, obcecado por matá-las, que eu perdi a oportunidade de criá-lo, de vê-lo crescer, por mais uma vez eu falhei, se eu estivesse aqui…

As lagrimas tomam o rosto do velho homem, mais do que nunca o sofrimento fica estampado em seu rosto, os olhos falham, assim como suas palavras

-Eu… eu sinto muito meu filho, eu espero que você possa me perdoar, e que Deus também o faça.

O velho estremece, começa a tossir, a mão cobre a sua boca, como a água do rio que passa pelas pedras, o sangue também encontra o seu caminho através dos dedos do velho, as gotas caem no chão, pintando de carmim o assoalho de madeira escura.

O jovem observa o velho lentamente perder o brilho nos olhos, os olhos que um dia foram ternos e calorosos agora só exibem angustia e pesar. Porque tem de ser assim ele pensa, porque não podíamos ser apenas uma família normal, jantar juntos, brigar por besteiras, porque o mundo tinha de ser tão imundo ao ponto de um filho perder o pai desta maneira. Súbito o jovem tem uma idéia, ele tem o poder de trazer o pai de volta a vida, e os dois então podem recomeçar longe daquele lugar imundo, em algum lugar tranqüilo, recuperar o tempo perdido, ser feliz mais uma vez, como antes.

Ele já ouviu falar de como se cria um membro, mas na prática parece ser muito mais difícil, ele se aproxima da jugular de seu velho pai, crava as presas em seu pescoço, o vitae jorra ainda quente para dentro de seu esôfago, ele sabe que não tem muito tempo para terminar o processo. Após tomar todo o sangue ele então morde seu próprio braço, e deixa o vitae escorrer para a boca de seu pai, por alguns segundos tudo fica em silêncio, pois ele sabe que deve deixar o pai beber até ficar consciente, se não o fizer a besta tomará conta do velho, assim como tomou conta dele quando foi criado.

Ele agora pode ver um futuro à frente, a família reunida finalmente, após todos estes anos, se apenas ele tivesse o poder de trazer de volta sua mão e irmã. Mas seu pai não se mexe, nem um centímetro, apesar de ter feito tudo de acordo com o que lhe foi ensinado o velho não se move, ele se debruça para ver se nota alguma mudança, é então que é pego de surpresa, a estaca atravessa o seu coração, a dor é lancinante, seus olhos não acreditam no que vê, o velho Sr. Smith se levanta, um sorriso no rosto, os olhos azuis mais uma vez com o fogo da vingança divina renovada. Ele observa Alex com uma expressão de desprezo. Onde antes havi amor, agora há apenas indiferença, ódio. O caçador começa a andar para longe do montro. Tempo não é mais um problema…

________________________________

Enquanto caminha para o outro lado da rua, ele observa enquanto as chamas começam a subir pelo segundo andar, observa quando a multidão nota as chamas e entra em pânico, quando os residentes fogem do local agora coberto por um cobertor de fogo, vê quando os primeiros caminhões de bombeiros chegam ao local, e começam a lutar contra o fogo, ele permanece no local durante mais algumas horas, pois sabe como essas criaturas são resistentes. Então calmamente Jonas Smith, “O Assassino Da Meia-Noite”, caminha em direção ao centro da cidade.

Nas semanas que se seguiram sua agenda estava cheia.

Livre reinterpretação do conto, “O Assassino da Meia-noite”.

 

 

  
Essas, são algumas imagens, minhas ou do meu cotidiano. Literalmente o meu mundo, ou meu mundo imaginário…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Julho de 2008.

Esse parece ser o mês em que vai estrear o novo filme do Cavaleiro das trevas, Intitulado, Batman: The Dark Knight.

O nome do filme assemelha-se com a cultuada graphic novel, escrita e desenhada por Frank Miller. História que até hoje é dita como a melhor do Cavaleiro das Trevas. Tem como personagem principal um Bruce Wayne/ Batman, já com sessenta anos, e voltando a briga após dez anos de ausência do herói mascarado.

Pelo menos ao que parece, as únicas coisas que forma tiradas dessa história revolucionaria, foram, o nome, e o sentimento sombrio da cidade de Gotham, e do protagonista.

De fato, correm boatos de que a história do filme, teria mais a ver com visão criada por um outro autor, para o nosso herói, e para seu antagonista mais famoso, o coringa.

O autor Alan Moore, criou uma visão assustadora da relação entre os dois personagens. Onde um Coringa as vezes incrivelmente lúcido, atormenta as pessoas próximas ao Batman.

Na história do novo filme, Batman, após ter derrotado Ra’s Al Ghul, e o misterioso desaparecimento do Dr. Jonatham Crane ( O Espantalho), nosso herói continua em sua luta contra o crime. Com a ajuda de Jim Gordom ( Comissário), e de Harvey Dent ( que mais para a frente será o personagem Duas Caras). Batman se preparea para desmantelar as organizações criminosas que caem como uma praga sobre Gotham, quando surge o caos liberado, por uma mente criminosa e psicopata, conhecido apenas como o Coringa.

Agora, mais do que um filme sobre o cavaleiro das trevas e a loucura do Coringa, esse vai ser um filme marcado pelo ator, por Heath Ledger. Que ao que tudo indica, fez um dos melhores trabalhos ao personificar o atormentado vilão. O ator morreu a poucos dias, no apartamento de uma amiga em Nova Iorque, onde estava morando.

O ator que começou, como um delinqüente no filme 10 Cosas que eu odeio em você, foi depois indicado ao Oscar por sua interpretação no filme Brokeback Mountain, ao interpretar um caubói gay, agora deixa uma legião de fãs, amigos, e uma filha de dois anos para trás, por motivos ainda não confirmados.

O ator, também deixou, além de Batman, mais dois filmes, Um que já esta pronto, e deve ser lançado em breve, onde ele interpreta junto com mais outros cinco atores, a vida do cantor Bob Dylan. O segundo filme, que estava em Produção, se chama, The Imaginarium of Dr. Parnassus, onde ele interpreta um misterioso homem, que entra para a trupe de teatro ambulante do Doutor Parnassus. Filme este, que agora possui um futuro incerto com a morte do ator, segundo a Variety, a presença de Ledger foi fundamental para convencer investidores a financiar o filme com a produtora francesa Davis Film.

Todd Haynes, diretor do marcante I’m Not There, soltou um comunicado: “Esta é uma tragédia inimaginável. Heath era um artista de verdade, um homem profundamente sensível, um explorador, sensato e talentoso demais para alguém de sua idade. Não havia melhor pessoa neste mundo”.

O Pessoal da Warner, o também o diretor, Christopher Nolan, disseram que o filme não vai atrasar no cinema, eles lamentam a perda do jovem ator, e dizem, que neste momento, o que pode-se fazer para homenagear Ledger, é lançar este filme com êxito em sua memória. O site oficial do filme, onde antes exibiam-se informações gerais sobre a produção e ioutros detalhes, agora exibe apenas uma imagem do ator, e uma nota dizendo:

“Nós lamentamos a morte de uma talento perdido tão cedo… e a passagem de um homem extraordinário que vai ser muito sentida.”

Mas com toda a certeza, os produtores do filme, irão parar com as campanhas virais que estavam espalhando pela internet, como no site Why So Serious, por conta da morte do ator.

 Sombrio, e aterrorizante…

Assim como o pessoal do Enloucrescendo, e do Brogui, eu gostaria que essa nota fosse verdadeira:

“A Warner Bros e os produtores de Batman, The Dark Knight (2008, ainda inédito) confirmaram há pouco que as informações sobre a suposta morte do ator Heath Ledger foram uma estratégia viral para a divulgação do filme. Aproveitando-se do fato de Heath Ledger sofrer de catalepsia, foram contratados médicos para induzir o ator a esse estado. Frente à alegações de que a brincadeira não teve graça nenhuma, Raphael Zigovzky, diretor de marketing da companhia, declarou que essa era a intenção da ação, mostrar que o Coringa (personagem interpretado por Ledger) é um fazedor de ‘piadas mortais’.”

 

Atenção, esse post contem altos níveis de radiação sarcástica e irônica.

Bem, nós homens, todos sabemos, que na maioria das vezes não temos culpa sobre a irritação das nossas garotas. Nós simplesmente estamos por um acaso ali , quando o caos e a aleatoriedade decidem atacar-nos, não é nossa culpa.

Como por exemplo, o que a Ivy disse nos comentários do post Macho alfa, e a filosofia T-Rex , ela falou sobre os tapetinhos sofrerem embaixo dos nossos pés másculos, o que ela não entende, é que os tapetinhos são como seres vivos que se alimentam da sujeira que fica embaixo dos nossos pés. Por isso quando a gente passa por cima deles, eles vêm junto conosco (bem essa é a minha teoria, e eu vou defender até me provarem do contrario).

Claro, há diversas outras coisas que nós fazemos que deixam vocês mulheres, com uma terrível inclinação a nos bater, tentar nos arranhar ou nos jogar chinelinhos cor de rosa.

Como por exemplo, temos o clássico, assento do banheiro. Nós o deixamos levantado, por pura conveniência, pois para nós, é bem mais rápido todo o processo, então é justo que o local do serviço, esteja preparado para nós e não para vocês, que demoram um pouco mais até estarem prontas.

Há também, a cama desarrumada, e as roupas espalhadas pelo chão. Também, outras ações masculinas, movidas por pura conveniência. Pois se nós vamos nos deitar de novo, não tem motivo para arrumar a cama. E quanto às roupas, elas ficam no chão porque nos poupa o tempo de abrir o guarda roupa e escolhe-las por lá. Notem que as roupas que estão no chão, são sempre as que mais gostamos de usar. Então, como eu disse, é mais fácil escolher se está já a mão.

 

Se você deixou ela braba a esse ponto… corra.

Eu conheço uma guria que fica braba, quando eu a ajudo a limpar o fogão. (Sabe, aquele negócio de passar esponja no fogão, e depois retirar a sujeira e tal), pois bem, ela devia estar alegra, porque eu me dispus a ajudar ela. Mas ela tem que entender que eu não tenho habilidades naturais para esse tipo de coisa. Eu troco lâmpadas, dou banho no cachorro, pinto a casa, coço o saco na poltrona e peço pra ela me trazer um cerveja… Esse tipo de coisa eu sei fazer, não como usar os diferentes tipos de detergente para limpar os diferentes tipos de superfície. Para mim o veja multiuso limpa qualquer coisa, madeira, vidro, pano, até a radioatividade se bobear.

Outra maneira de deixar sua guria irritada, é esquecer as datas, sejam elas quais forem. Olha, ai eu tenho que admitir, não é nossa culpa mesmo, simplesmente não tem como lembrar que há um ano atrás eu te dei um buque de rosas que eu comprei com o moleque do sinal, ou que hoje é o aniversário da nossa 35,8 transa dentro do cinema, é simplesmente impossível lembrar desse tipo de coisa. Principalmente, por que nós estamos simplesmente maravilhados em aproveitar esse tipo de momento, e não em lembrar o dia em que tal coisa aconteceu.

Ah… mas também, tem aquelas perguntas armadilhas que elas fazem com o propósito de nos testar inconscientemente. Perguntas que nós homens temos de estar preparados a responder imediatamente.

- Amor, posso te fazer uma pergunta? (você deseja responder não, mas sabe que isso vai ocasionar a sua abstinência sexual involuntária por semanas se o fizer).

Então ela solta as perigosas e clássicas perguntas…

Você acha que eu estou gorda?

Você pode achar que responder essa pergunta com toda a sua sinceridade seja uma boa idéia, que sua garota vai acreditar que você se preocupa com a saúde dela, mas essa probabilidade é menor do que você chegar em casa e ter três lindas escravas chinesas esperando para atender a todos os seus desejos 24h por dia. Você tem que parecer surpreso com a pergunta dela, e com uma cara de quem achou a pergunta divertida dizer, “Amor, você esta gostosa demais, eu quase não te deixo sair na rua…”. Assim pelo menos você consegue fugir do fogo… por enquanto.

Há também outra clássica pergunta de namorada ciumenta…

Amor, você acha aquela garota bonita?

Bohhhhh, essa pergunta é por demais maldosa. Você, também ingenuamente pode pensar que ao responder sim, há alguma possibilidade de sexo a três. Mas o único sexo a três que você vai ter, é se você tiver perdido dois dedos na guerra, porque de resto, você não vai receber nada. A resposta menos pior para esse tipo de questão seria, “ah amor, ela é bonita, mas realmente não faz o meu tipo”. Sua garota vai ver que você olhou, mas como um gato que não gostou da comida, você saiu andando.

Claro, essas perguntas e respostas não servem para todas as mulheres, apenas para 98,9% delas, que poderiam arrancar a sua cabeça se você responder errado. Um último conselho: Nunca namore uma garota que consiga levantar um saco de cimento acima da cabeça, ou que lute muai tay, a não ser que você goste da sensação de perigo próximo a todo o momento.

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Perguntas meigas, e garotas pequenas, cuidado, ah cuidado…

A chuva cai do lado de fora da casa. O som da água que escorre pelo lado de fora da janela, e as luzes dos relâmpagos que incendeiam o céu negro, fazem com que Frank Sinatra que canta em um velho toca discos, pareça um porto seguro. Com sua voz encorpada e triste, às vezes em falsete, flertando com as palavras.

Ao lado da janela quebrada, Neville tem em seu colo Sam. Seus olhos estão cobertos de lágrimas, mas em seu rosto há um sorriso. Daqueles sorrisos que se têm quando começamos a nos lembrar de dias felizes, que a muito já passaram. Lembranças que nos fazem ficar perdidos no tempo, sem saber o que é real, e o que é imaginário. Porque em nossas lembranças, aquilo que nós mais amamos vivem sempre. Um universo paralelo, onde o tempo nada significa. Onde por um segundo, podemos ser o que quisermos.

- Lembra-se… Sam, do dia em que fomos ao Central Park? Ah, vai, não faz tanto tempo assim. Eu me lembro como se fosse ontem. Você estava correndo pela grama atrás de uma grande borboleta… ah eu já disse várias vezes. Aquela era uma Polyommatus icarus.

-Como? Ah sim, ela era linda mesma, realmente ela é uma das minhas espécies favoritas, com aquela coloração azul. Ah é , ela pousou no seu nariz, eu lembro, você se apavorou… ahuahauhuahuahhaa.

- Você está ouvindo essa música?

- Ah, não me diz que não conhece ele? Putz, e eu pensando que em todo esse tempo comigo, você tinha aprendido alguma coisa.

- Ora, essa musica é a Redemption Songs, do Bob. Escute…

We are going to emancipate ourselves from mental slavery because whilst others might free the body, none but ourselves can free the mind. Mind is your only ruler, sovereign. The man who is not able to develop and use his mind is bound to be the slave of the other man who uses his mind, because man is related to man under all circumstances for good or for ill. If man is not able to protect himself from the other man he should use his mind to good advantage. The fool will always pay the price. The fool will always carry the heavy burden. The fool will always be crushed without a tear from God or man because God Almighty never made a fool. God is all wise. When god Almighty made man in His own image and likeness, it wasn’t the physical, it was the mind that was like God. Every man represents God in his unitary intelligence. When man abuses that intelligence he lowers himself.

A chuva aumenta do lado de fora. Mas o som do toca discos envolve as lembranças em um cobertor aconchegante. Agora os pingos de chuva começam a invadir o aposento através da janela destruída. Somente alguns pingos que caem entre o assoalho lustroso, deixando sua pequena marca. Ele observa-as em devaneios.

- Aposto que você também não sabe o que é uma redemption song né? Huhuhuhauhahauh, tá eu te explico, mas bem por cima. É que a muito tempo atrás, na áfrica, havia muitos conflitos armados, guerras civis… esse tipo de coisa. E muita gente, mas muita gente morreu, e outros ficaram em silêncio contra os abusos que sofreram… ah, isso me lembrou uma frase:

“Para que o mal vença, só é necessário que o bem não faça nada…”

- È, eu sei. Bom, como eu disse, muitos ficaram em silencio, mas alguns, com coragem decidiram que o mal não mais os ia fazer para de sorrir. Então toda vez que tinha algum confronto armado eles iam às ruas, nas esquinas, e ficavam cantando musicas que falavam de liberdade, de força contra a opressão, de iluminar a escuridão que encobre cada dia novo. È, muitos morreram, mas na escuridão, mais vozes se juntaram as que continuaram cantando…

- Pois então, esse Marley que eu falava. Ele tinha essas idéias, meio alternativas. Ele acreditava que podia curar o racismo e o ódio, ao injetar amor no coração das pessoas através da musica…

- Ah sim, sim. Uma vez, ele estava agendado para tocar em um comício de paz. Um homem veio então a sua casa e o alvejou… Dois dias depois, ele subiu no palco e tocou.

- Ah, alguém perguntou sim porque ele fez aquilo, daí ele disse:

- Porque aqueles que estão tentando tornar esse mundo um lugar pior, não estão tirando o dia de folga. Como eu poderia fazer isso?

Won’t you help to sing

these songs of freedom? -

cause all I ever had:

Redemption songs -

All I ever had:

Redemption songs:

These songs of freedom,

Songs of freedom…

- Eu, velho? Como assim. Nah, não é isso não. È que quando eu ouço essa música eu me sinto lá, junto deles, iluminando a escuridão. È por isso que eu luto. È por isso que eu não deixo que as trevas entrem, por mim, e por você também…

- Não se preocupe, tudo vai ficar bem…

Suas palavras são envolvidas agora por um manto de pranto e dor. Saem entre soluços apressados. Seus olhos se encheram de lágrimas. Ele abraçou ainda mais forte Sam. Em seu coração uma dor que ninguém poderia descrever, sentir, resistir. Como se uma parte de seu coração tivesse sido arrancada de seu corpo. Ele desejava gritar, gritar até que não tivesse mais voz, até que não restasse mais homem, que não restasse mais dor,

- All I ever had.. redemption…….songs, these songs of freedom…Songs…… of freedom…redemption song.

 

Light Up the Darkness

Uma releitura livre, para o sentimento de Richard Matheson

 

 

 

 

Ser um macho alfa é difícil

Sabe, eu tava lendo um post do Papo de Homem, e era um post bem interessante, que ainda está rendendo bastante pano pra manga. Pois a autora do post falava sobre os tipos de homem que ela já conheceu, e os agregava nas seguintes categorias:

O caretão, o virgem, o lobo em pele de cordeiro, o normal, e o homem meia bomba (que seria um cara chove não molha que fica seduzindo a guria, mas não chega propriamente falando).

O post dela na verdade, é para definir e descrever o último tipo. Segue um breve Ctrl+v do texto dela falando de um encontro com ele.

“… O papo rola bacana e você pensa que não deve ser nenhuma baranga, porque afinal de contas o bonitão te leva pra passear em lugares legais e ainda paga a conta [mesmo que você se ofereça pra pagar].

No final, acontece alguma coisa? Necas. Nem uma tentativa de beijo. Okey, você pensa, ele não me achou ‘pegável’, vou beber uns 3 chopes por conta e ficar 15 minutos a mais todo o dia na academia. Next!

Ledo engano, dias ou horas depois, surpresinha!, “Tem mensagem pra você!”. O sujeito te manda um torpedo, um e-mail, telefona, enfim, faz alguma coisa pra dar o recado de que foi legal estar com você, brincar com você e coisa tal. Daí você pensa, “Ah, que fófis, um babaca gentil!” pelo menos.”

Devo ressaltar que ela escreve muito bem. Mas ah, sim, termina que ele convida ela para sair mais uma vez, e o que acontece?

Nada.

È, bem broxante eu devo admitir. Bom, mas continua o texto, e ela finalmente desiste do guasca e parte em busca de outro.

Não preciso nem dizer que vários dos comentários giraram em torno dela não ter tomado a iniciativa da coisa, já que o Vivente não se prontificou.

Olha, existe uma filosofia, inventada pelo meu circulo de amigos. È a filosofia do T-Rex.

Filosofia T-rex;

 

Mazzzahh me senti locutor do History Channel agora. Filosofia T-rex, um estudo sobre os hábitos alimentares deste animal incrível. (Ai vem uma musiquinha bem anos 80, tipo documentário do canal Manchete).

A filosofia T-rex, é bem simples, sem nenhum rodeio, ou anestesia.

“Se se mover eu como.”

Tá, claro, tem outras coisas que influenciam. Tem que ser do sexo oposto, e não pode terminar com o gaudério tomando um processo por pedofilia.

È uma filosofia bem simples de seguir. Pois você basicamente ataca tudo, que nem um gordinho no Buffet livre.

Macho alfa.

“…o macho alfa é o líder. O macho alfa tem força, habilidade para caça, facilidade para tomar decisões, personalidade marcante e bravura.”

Olha, nós homens carregamos vários fardos nas costas (claro, não estou dizendo que ser mulher seja mais fácil ou qualquer coisa do tipo). Nós temos que trocar lâmpadas, abrir vidros de conserva, ajustar o relógio do vídeo-cassete, matar baratas…

E também temos de ser caçadores sempre vorazes. Como eu expliquei para uma cremosa esses dias (piada interna), quando ela me perguntou se é possível haver amizade sem interesse. Nós homens em geral (95%), estamos cagando pra esse tipo de definição, e sempre queremos alguma coisa a mais, sempre , sempre… porém.

Ah, porém.

Porem há algumas vezes, que já estamos meio cansados de sermos assim o tempo todo, e esperamos que ao menos uma vez vocês mulheres sejam homens o bastante(hauha…ah para foi engraçado), e venham em nosso encalço.

Como o Gustavo Gitti diz no seu blog:

“Mulheres, queridas, avancem sobre o tiramissu, saltem ao nosso redor, nos incitem, nos provoquem. Liberem a risada, sejam deliciosas, cantem de longe, desafiem esses meninos que andam sonolentos por aí.”

Como homem, posso dizer que é bem legal ser abordado por uma guria faceira. Não é aquilo de que guria que faz isso é galinha. Muito pelo contrario, acho que isso de galinha tá morrendo, com todo esse troço de igualdade. O que impede algumas gurias de chegar não é o medo de serem tachadas, mas sim o medo e insegurança que elas têm e sempre tiveram medo que nós homens sempre confrontamos cara a cara quando elas nos perguntam coisas do tipo:

- Você me acha gorda?

Ou o também clássico, e não menos perigoso…

- Você acha aquela garota mais bonita que eu?

Um dia desses eu estendo o assunto sobre o tipo de pergunta que sua garota faz, que você jamais vai conseguir sair-se bem.

Mas seguindo rio abaixo…

Nós ainda seguimos a filosofia do T-rex, ainda vamos fazer com que vocês nos xinguem por que a gente deixou a tampa da privada aberta, e por não termos notado o seu novo corte de cabelo, que você passou horas no cabeleireiro fazendo, só para agradar-nos. Afinal, somos homens. Bom, que eu quero dizer com isso tudo, é que às vezes um pouco de iniciativa por parte das portadoras de genes XX, não faz mal a ninguém…

 

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Subject 1.

Eu estava pensando sobre umas coisas, e cheguei à conclusão que eu sou uma pessoa “que seja eterno enquanto dure”. Sim, por quê?

Seja eterno enquanto dure, significa aproveitar o momento. Sabe, o que eu quero dizer, é que eu não consigo pensar em coisas a muito longo prazo. Por exemplo, vamos pegar relacionamentos. È muito bom gostar de alguém, sempre é. Mas eu não posso simplesmente dizer: Nós vamos ficar velhinhos juntos, vamos andar de mãos dadas na beira da praia… vamos imitar o filme a dama e o vagabundo, comendo espaguete…

Sabe-se lá se nós vamos ficar juntos durante quanto tempo, de repente eu começo a gostar de alguém, ou vai saber, eu te assassino e te ponho no frízer. De um jeito ou de outro, não ia durar para sempre. A não ser que fosse um frízer muito bom.

Pareço cínico quanto à vida? Talvez, minha mãe diz que eu sou assim porque eu não tenho religião… hauhauhauahauhauha.

Eu simplesmente tenho uma visão simples da vida. Não há como prever o que vai acontecer amanhã, então à gente aproveita hoje, não faz planos para milhares de anos luz, pois muito provavelmente não vai acontecer, é a lei de Murphy( sim, igual a Lady Murphy, da propagando do carro).

Tudo isso por causa de uma música que eu nem sei o nome. Mas é um pensamento verdadeiro pra min. Eu, por exemplo, preciso estar sempre em movimento, em mudança, por que se não, eu entro num estado cataléptico, que não rende nada. Acho que devido a esse sentimento, eu não consigo pensar em termos como “para sempre” como sendo uma coisa real.Claro que as vezes eu imagino como seria tal coisa no futuro e blablablabla, mas quando eu ponho os pés no chão, tudo muda.

“I’m the kind of people that in certain moment, Just walk away, and never come back.”

Subject 2.

Ah, ontem eu tinha acabado de ter um conversa no MSN, (conversa que eu considerei bem joinhas demais, bom, mas esse não é o ponto), o negócio, é que eu me peguei olhando para a telinha de contatos do MSN, e fiquei pensando:

-Bah, só tem duas pessoas no MSN inteiro que eu converso aqui, por não poder falar pessoalmente.

Pra mim, isso é ótimo, pois eu aprecio muito as conversas ao vivo. Mas tem gente que se conhece apenas por MSN, e que mora na mesma cidade, e eu acho isso incrível, pois não é que elas não se dêem bem, ou não possam se ver, elas apenas sei lá, não fazem isso. Talvez ao vivo elas não se dêem tão bem, ou talvez se dêem até melhor, vai saber né, tudo depende de arriscar…

Eu acho que na verdade, essas pessoas têm medo apenas dessas possibilidades, de chegar na hora H e não ter o que falar, de ficar aquele silencio constrangedor no ambiente, seguido de um:

-“Será que chove?”

Eu não sei, eu não me canso de pensar nestes termos, nestes medos, eu por muitas vezes já fui um fiasco horrível ao vivo, e tantas outras não. Só é preciso ter coragem para dar o primeiro passo em direção ao abismo… tá, esse não é um grande incentivo. Bom, meu pesnsamento quanto a isso, sempre foi, e sempre será apenas um: Devemos nos dar ao luxo de se arriscar, pois pode ser que algo de muito bom saia daí(ou não), mas não adianta dizer que não vai ser tri, sem ter tentado.

 

 

 

“A loucura ou insânia é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados “anormais” pela sociedade. Em algumas visões sobre loucura, não quer dizer que a pessoa está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade…”

Segundo a wiki, essa é a definição da loucura, bem mais ou menos. Mas para mim loucura é rasgar nota de cem reais, é assistir o BBB e o Faustão, é gastar 300 pila num tênis, é comer pizza de alho e óleo…

Mas bem, a verdade é que não estou aqui para falar disso. Mas sim sobre algo muito doido… no bom sentido.

Creio que grande parte das pessoas conheça o pessoal do Adult Swin. Pois bem, depois de nos presentearem com pérolas da TV, como Harvey, o Advogado, Laboratório Submarino, Frango Robô, e Aqua Team, Esquadrão Força Total (meu preferido), agora eles também tem os jogos mais sem noção, e com o melhor do humor negro, que só eles conseguiriam imbuir a algo do gênero.

Viva Calígula

Você interpreta o rei Calígula, e munido de até 26 armas, o seu objetivo é somente um: Exterminar com toda a população da cidade. O legal do jogo, é que, se você tiver um microfone, e começar a gritar ensandecido a cada golpe que dá, uma barra do lado esquerdo começa a se encher, e quando chega ao limite, faz com que você mate com um só golpe, e faça muita, mas muita sujeira na tela.


5 Minutes to kill yourself

Esse jogo também é bem simples, mas muito divertido. Como o nome já diz você tem 5 minutos para se matar. O detalhe é que você é um empregado de um grande escritório, então você pode usar todo tipo de equipamento disponível no local em seu auxílio, como por exemplo, grampear o corpo, enfiar a cara no triturador de papéis, pôr alumínio no micro-ondas, fazendo com que ele exploda… Simplesmente genial.


Bible Fights

Que Ryu e Ken que nada, a moda de hoje em dia é fazer com que Moises arremesse túmulos, que Noé lance peixes do céu, isso sim é Hype…

Esse é um dos mais divertidos jogos de luta que eu já vi. Simplesmente você escolhe um personagem bíblico e cai na porrada com todo mundo, para enfrentar no final, Lúcifer e depois o cara lá de cima.

Os personagens disponíveis são: Jesus, Moises, Noé, Eva, Maria e Lúcifer.

Após vencer no jogo, você destrava o criador. E han, tome cuidado com Maria, ela é durona.


Todos os jogos são muito bem feitos, especialmente o Bible Fight, onde a movimentação e os personagens impressionam.

Enfim, se você quer um pouco de diversão não convencional, humor negro e risadas, é só jogar.

Vai, clica aqui, e confere esses e outros jogos disponiveis.

20 de dezembro de 1999

20h32 min.

 

O vento cortante das ruas, e o frio dilacerante não interferem com a concentração da caçadora. Como um grande felino que espera ofuscado pela grama, ela aguarda ao lado da janela. Faz cinco minutos que ela subiu os degraus da escada de incêndio, que mesmo coberta de neve, não ofereceu nenhum obstáculo aos membros treinados da garota.

Não há fumaça de respiração, não há medo… a garota aguarda para verificar se o local oferece algum risco adicional.

Pela janela semi coberta de neve, ele enxerga o seu alvo. Victor Povich, um ex-pugilista, pedófilo e chauvinista, que após a morte da irmã e do cunhado, ficou com a guarda de sua filha, Anna. A garota jaz no chão, desacordada ao lado da cadeira onde Povich dorme tranquilamente, após ter abusado da garota e se embebedado.

O apartamento parece saído de um filme de terror adolescente. As paredes negras pela gordura da cozinha próxima, e o papel de parede caindo dão essa conotação ao ambiente. Parece que ninguém arruma o, local faz muito tempo, pois por todos os cantos empilham-se roupas e eletrodomésticos.

A frente de Povich a televisão mostra a retrospectiva do ano. Com os chavões clássicos e musicas já manjadas. O volume está alto, talvez por isso ninguém tenha ouvido quando a garota sorrateiramente abriu a janela, e pôs os pés dentro do apartamento.

Se alguém a visse agora, pensaria estar sendo atacada por alguma mulher saída de algum filme de ninjas. A garota usa um traje ninja, negro, com muitos bolsos para guardar as ferramentas que acha necessárias a missão. E seu rosto é protegido por uma máscara, que deixa a vista apenas os olhos. Azuis. Belos e mortais.

Ela observa por alguns instantes em busca de algum movimento suspeito… nada. Ela então se move até a criança e checa o seu pulso. Viva, mas de alguma forma em sono profundo, provavelmente sedada. Ela pega Anna no colo, e anda até o banheiro próximo, a põe deitada dentro do Box do chuveiro, e sai trancando a porta.

Ouve então um barulho vindo da sala. Imediatamente ela avança, e encontra Povich de pé, tentando se equilibrar. O olhar do homem é de ódio, em sua mão uma garrafa firmemente segura.

- O quê você tá fazendo em minha casa, sua vadi…

Suas palavras são interrompidas quando o vulto negro assoma sobre ele. A garota ágil desfere vários golpes pelo corpo todo do homem, que cambaleia e solta à garrafa. Povich se apóia no sofá e avança sobre a garota, com os punhos serrados, e desfere alguns golpes, facilmente desviados, por uma agilidade quase felina. Seus olhos saltam quando sente uma dor lancinante no estomago, e nota o brilho carmim que desce por seu corpo.

A garrafa.

Ele observa o vidro verde ser tomado pelo sangue que sai de sua barriga. Ele tenta arrancar a garrafa que está cravada em seu estomago, mas ela fora empurrada com muita força para dentro. Uma força sobre humana. Seus olhos com o ultimo brilho de vida parecem perguntar como isso foi possível. Povich, campeão mundial dos pesos pesados, em nome da mãe Rússia, derrotado de forma rápida e mortal, por alguém que não parece ter saído da adolescência ainda.

Seu corpo cai no chão. A garota se ajoelha ao seu lado. Observando o sangue que começa a sujar o carpete. Parece que há uma luta dentro da mente da garota. Para ver o quão terrível vão ser seus próximos passos. Ela então se levanta. Por trás da mascara há um sorriso em seu rosto. Ela mais uma vez vai fazer justiça. Justiça contra aqueles que por meios normais não conseguem ser pegos. Justiça contra os que não têm mais volta, que já se perderam em meio a sua monstruosidade. Ela sabe que também é um monstro, mas somente alguém assim poderia fazer o seu trabalho. Um trabalho sem glórias ou louros. Apenas mais sangue nas mãos no fim do dia.

De um dos bolsos da calça, ela tira uma faca de caça. Observa a lamina que brilha, refletindo seu rosto coberto. Em seguida ela tira a roupa, pois sabe que o que vem a seguir é um trabalho sujo e demorado. Ela então se ajoelha e começa a serrar o corpo ainda semi-vivo de Povich, o Urso Russo…

The summer is tragic

por
Rosana Hermann

Chegou o verão. E com ele também chegam os pedágios, os congestionamentos na estrada, os bichos geográficos no pé e a empregada cobrando hora-extra.

Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose.

Verão é picolé de Ki-suco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.

Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis. Mas o principal, o ponto alto do verão é… a praia!!

Ah, como é bela a praia!

Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.

Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.

Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.

O verão é Brasil, é selva, é carnaval, é tribo de índio canibal.

Todo mundo nu de pele vermelha. As mulheres de tanga, os homens de calção tão justo que dá até pra ver o
veneno da flecha, e todo mundo se comendo cru.

O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando. É muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias.

Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.

E as crianças? Ah, que gracinha! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.

As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o
outro pé do chinelo.

Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar um poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé.

Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.

Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa.

A gente abre a esteira velha, com cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.

Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor.

Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora. Todo mundo volta pra casa, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O xampu acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde o creme de barbear até desinfetante de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa de praia oferece.Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo.

O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical.

 

Laboratórios I-Doser, são lideres em tecnologia de freqüência cerebral. Usando de métodos provados cientificamente para sincronizar suas ondas cerebrais; para atingir um estado que pode ser conseguido através do uso de nossos avançados métodos binaurais.”

Parece propagando tirada de filmes Steampunk, como Blade runner, ou Minority Report. Mas o negócio é realmente sério. O site da empresa I-Doser, promete ao cliente uma experiência única, a preços módicos claro. Oferecem criar sensações através de sons que afetam o seu cérebro, sem nenhum agente externo. O programa funciona enviando ondas que estimulam o cérebro, elevando ou baixando as ondas cerebrais até determinada freqüência que gere o efeito desejado.

Já e bem conhecido do público(eu acho), que o cérebro humano emite determinadas ondas cerebrais, e que dependendo da freqüência destas, o nosso comportamentio e percepção do ambiente mudam por completo.

Na verdade o que o pessoal do site esta fazendo, nada mais é do que usar de um fenômeno descoberto por Heinrich Wilhelm em 1839. Trata-se do som Binaural: Dois sons de freqüências similares se misturam para criar um terceiro, com uma freqüência intermediaria. A escala de freqüências , seria mais ou menos assim.

0.5 – 1.5 Hz – Liberação de endorfina, que relaxa e dá prazer.

0.9 Hz – Sensação de euforia.

2.5 Hz – Produção de opiáceos endógenos (anestésicos e ansiolíticos).

4.0 Hz – Liberação de encefalina, narcótico com efeitos similares aos da morfina e heroína.

10 Hz – Liberação de serotonina, que é estimulante e melhora o humor.

14 Hz – Estado alerta, concentração.

20.215 Hz – Efeito similar ao do LSD.

30 Hz – Efeito da maconha.

33 Hz – Hipersensibilidade.

No site da empresa são oferecidas aos usuários, kits, que vem com três doses, ao valor de U$6,00, mas o valor individual de doses mais fortes pode variar muito, e chegar até quase U$100,00 ( Hand of Gd). Pode-se baixar o software da empresa, para uso das doses, e ao baixar, você recebe duas doses grátis para uso.

Em cada dose vem descrita a freqüência usada, e a duração do efeito.

 

Beta Puro (13 to 30 Hz) 30 Minutos

 

O beta acontece quando você está totalmente acordado e pensando no mundo exterior, ligado a vida que gira em torno de você. É gerado também quando você está resolvendo problemas lógicos, tal como aritmética. Deixa-lhe alerta, te da vitalidade, concentração em tarefas variadas. Resumindo, o Beta te deixa alerta, melhora o raciocínio e aumenta temporariamente seu QI.

 

 

AntiSad Anti-depressivo (F

orte) 30 Minutos 

Todos temos nossas dias ruins. “AntiSad” é nossa dose antidepressiva mais forte de todas, e deve ser usada naquele dia que tudo vai dar ou já deu errado. Coloque o fone de ouvido, escute as batidas binaurais. Faça um teste cerebral, nesses dias ele estará em .30hz a 15hz. Sendo o seu alfa normal 10hz, onde os ataques de depressão ficam afastado. A felicidade PODE ser obtida!

 

 

Alpha Puro (8 para 13 Hz) 30 Minutos

 

O Alfa é a sensação de estar totalmente acordado e consciente, mas com sua consciência focalizada para dentro, como ao tentar recordar algo, ou como quando seus olhos se fecham sem sono, para pensar, meditar, etc. Alfa é o ponto perfeito para começar a meditar.O alfa causa ondas mais lentas no cérebro, o que ajuda na resolução de problema, na aprendizagem acelerada, na elevação, na criatividade, na redução do stress, etc., caracterizado por introspecções intuitivas, o suco creativo, inspiração, motivação…. relaxado, mas totalmente alerta.

Usuário do I-doser… gente finissima ele.

Claro, que há muito mais doses do que essas,há aquelas que simulam o efeito de maconha, de ecstasy, de heroína, de álcool…etc, é só escolher a droga que lhe é mais aprazível. Acima foram citados em detalhes somente alguns exemplos, para que se fosse levado em conta o nível de detalhe e seriedade que essas pessoas dão ao que fazem… Realmente tem muita gente usando desse tipo de artifício para atingir estados alterados de consciência. A venda de drogas agora não é mais feita nas ruas, e sim na internet, e isso assombroso demais. O site, ao que parece realmente tenta fazer algo sério, mas não há estudos comprovando se realmente os métodos são seguros, ou se não causam nenhum tipo de dependência. Pois se causam, nós podemos estar olhando para o cano de uma grande arma, já que a internet chega aos lares de bilhões de pessoas no mundo todo, e só o que elas tem de fazer, é ter internet em algum local, onde possam experimentar tais sensações.

Não gosto de por rótulos nas coisas, mas realmente, é necessário, que esse tipo de inicitiva, como a dos laboratórios I-Doser, seja estudada por órgãos preparados e treinados para isso. Felizmente, como o site é dos EUA, é mais provável que isso aconteça, pois eles investem alguma coisa em treinamento tecnológico, para proteção da popualção. Porque se depender do governo brasileiro… ( tenho certeza que o máximo de treinamento tecnológico que o governo tem é jogar copas no Windows 95).

Legião (que para ficar “legal”, só precisa de uma barra de chocolate, refrigerante, muitos porcaritos e alguns DVDs bons).

 

 

Origem do nome

“Palavra usada no português do Brasil e também no espanhol dos países platinos para designar um pedaço de carne assada nas brasas. O Dicionário da Academia Espanhola sugere – sem citar fontes, que seria um vocábulo de origem onomatopéica, presumivelmente do som que produz a gordura ao gotejar sobre a carne. Corominas, no entanto, afirma que churrasco originou-se em uma palavra muito antiga, anterior à presença dos romanos na Península Ibérica, que nos chegou vinda de ´sukarra’ (chamas de fogo, incêndio), formada por ´su´ (fogo) e ´karra´ (chama). Este vocábulo apareceu primeiramente em castelhano sob a forma ´socarrar´ e ao longo dos séculos derivaram-se diversas variantes dialetais na Espanha, das quais a que nos interessa é ´churrascar´, do andaluz e do leonês berceano, de onde provém a voz rioplatina e brasileira churrasco. O etimologista catalão cita também o chilenismo ´churrrasca´ (folha de massa frita).”

Fonte Wikipédia.

Só porque eu falei que ia fazer o churrasco…

Para falar a verdade, o churrasco ao meu ver, é uma grande desculpa, para um monte de gente se reunir num belo e azul dia de domingo(mazaahh , o mais clássico), para beber, fumar, e contar historias( bom, pelo menos é assim que acontece em minha casa).

Hoje é domingo, eu acordo com a noção de que hoje eu fui incumbido com a mais nobre e árdua tarefa de um gaúcho: Assar a carne. Nobre , porque não é todo mundo que recebe a honra de ser o assador da carne, preparador do fogo…etc. Árdua, pois você deve não só fazer todas essas coisas, mas também a deve fazer com maestria, pois não há nada pior para estragar uma churrascada, do que uma carne mal-salgada, ou muito “pesada”. Você tem em suas mãos o humor do domingo, pois se algo der errado com a carne, grande parte da alegria, assim como qualquer chance de você repetir o churrasco, vão escorrendo pelo ralo, gaudério.

Preparando a carne.

 

A carne previamente comprada no dia anterior havia sido cortada e temperada com algumas ervas. Também foram cortados alguns pedaços de mamão (sim a fruta), pois diz a lenda entre os churrasqueiros que a carne, por mais dura que seja se verga diante dos poderes do mamão…

Foi posta então a carne, em um pote, ou vasilha grande, e foram dispostos sobre ela, pedaços finos de mamão, que a acompanharam a geladeira durante a noite, sendo somente retirados logo antes de ser espetada.

A carne escolhida para o churrasco, não foi nem de longe uma carne nobre, mas com certeza já é notória devido ao comum uso, a Costela bovina.

A quantidade é escolhida com base na quantidade de pessoas que virá para o churrasco. Meio kg de carne para cada boca na mesa (tah, sempre tem um morto de fome que come que nem um cavalo, para este tipo de pessoa que existem aperitivos, tais como o pão de alho, e o infame salsichão).

Peguei então a carne, espetei-a no err… bem, espeto. Tomando todo cuidado para que a parte reta do espeto ficasse bem embaixo do osso da costela, evitando assim que ao virar a carne (para que ela não queime apenas de um lado), ela gire no espeto, enganando o vivente.

Após isso, me pus a salgar a carne. Peguei um saco de sal, abri-o com os dentes (tah, não foi bem assim, mas dessa forma fica mais dramático), peguei um grande punhado na mão, e comecei a descarregá-lo em cima da carne, por todos os lados, duas vezes. Depois de feito isso, bati a ponta do espeto na pia, para que o excesso de sal caísse.

Primeira parte finalizada com maestria…

Preparando a churrasqueira e o fogo.

 

Pois bem, eu todo pronto, me pus a fazer os preparativos para o que estava a vir. Escolhi um local no pátio, peguei alguns tijolos e pus próximo ao local escolhido, uma pequena pilha de tijolos, que vão servir como escora para os espetos.

Peguei um espeto, e medi a distancia que seria necessária para acomodá-lo perfeitamente em cima dos tijolos, sem ter o risco futuro de a carne cair na brasa. Medi a distância.

Em seguida, emparelhei os tijolos, de forma que ficasse parecendo um buraco ladeado de tijolos. Um quadrado sem parte superior, e no fundo apenas o chão.

Peguei alguns jornais, enrolei-os, de forma que ficasse parecendo um canudo, e fiz um nó em cada um. Os pus no fundo da churrasqueira. Peguei alguns gravetos finos, assim como palha que tinha espalhada pelo local, e assentei-os junto aos jornais.

Em seguida eu risquei o fósforo, e ateei fogo ao palheiro e aos jornais. De forma rápida o fogo se alastrou por toda a churrasqueira, por causa da palha.

Durante cerca de 30 minutos eu alimentei o fogo com mais palha, gravetos, e pedacinhos de madeira que pudessem pegar fogo facilmente. Tudo isso pára que no fundo da churrasqueira Criasse à famosa “Brasa”. O fundo vermelho e incandescente da churrasqueira emanava um vapor quente, muito quente… até agora tudo perfeito.

 

Segunda parte finaliza com primor.

Carvão na churrasqueira, carne no fogo…

 

Com a brasa dos gravetos e afins já bem feita, eu pus o último ingrediente antes da carne: o Carvão.

Espalhei o sobre a brasa quente, de forma que não a abafasse totalmente, e passei a abanar o conteúdo da churrasqueira, para que o carvão ficasse em brasa, e o fundo da churrasqueira ficasse parecendo o cenário feito para a Montanha Solitária (o Vulcão), no Senhor dos Anéis.

Feito isso, vem à parte mais importante e esperada: A carne sobre a brasa da churrasqueira.

Após colocar o nobre pedaço de carne sobre a brasa, devemos tratá-la como uma bela amante. Com muito carinho e cuidado, pois qualquer erro neste ponto é fatal. Nesta parte o que deve ser feito realmente, é apenas cuidar para que a carne seja virada a cada 3 ou 4 minutos, para que nem um dos lados fique mais queimado que o outro.

Outra dica é: Jamais, mas jamais ponha água em cima da brasa, se levantar fogo muito alto, pois toda a sujeira, o chamado (picumã), que está no carvão, vai para na carne.

Em média, para a carne estar pronta, eu conto, a partir do momento em que foi posta em cima da brasa, uma hora. Quase sempre, respeitando-se esse período, ela ficará ótima (bom pelo menos funciona pra mim né…)

Tomando todos esses cuidados, e tendo felling o bastante, é bem provável, que você tenha um churrasco de sucesso, e seja convidado mais vezes para exercer a nobre posição de Assador.

Felizmente para mim, o churrasco saiu muito bom, fora alguns incidentes envolvendo crianças que batiam acidentalmente nos espetos, e faziam com que alguns caíssem dentro do fogo. Mas se ninguém ver, não tem problema. Afinal, o que os olhos não vêem o coração, ou nesse caso a boca, não sentem…

Após um belo almoço, minha família, se pôs a exercitar mais um clássico costume gaúcho: Contar histórias embaraçosas sobre a nossa infância… mas isso já não te a ver com o post.

O que torna uma história de ficção especial?

Segundo o escritor Jorge Luis Borges, seria usar somente um elemento fantástico em uma história realista. Ele cita o exemplo de outro escritor, H.G.Wells. Wells obteve sucesso com seu Homem Invisível porque o colocou em um ambiente realista, familiar a todos. O mesmo com A Guerra dos Mundos. Você cria um elemento absurdo e o insere na vida cotidiana simplesmente. Se Wells tivesse escrito um livro sobre uma invasão de alienígenas invisíveis, provavelmente teria sido uma grande merda.
Pode-se usar a mesma idéia para o cinema, como poderemos comprovar logo com a estréia do filme Cloverfield.
Mas antes vamos refletir um pouco mais sobre o casamento realismo fantástico/cinema. No caso dessa mídia visual, o grande truque está muito provavelmente na fotografia e edição. Me lembro sempre de um antigo episódio de Arquivo-X que provavelmente foi um dos mais assustadores da série. Era sobre um grupo de pessoas, inclusive policiais e um reporter com um câmera, que corria por uma pequena cidade do interior a noite caçando um assassino. Além da genial sacada de que a criatura que cometeu os assassinatos adquiria a forma do maior temor da vítima, o episódio foi gravado com uma câmera comum, justamete a câmera que o repórter levava. Isso deu um grande realismo ao episódio, trazendo o espectador pra dentro do grupo de personagens. Se alguém souber o nome desse maldito episódio me contate, estou procurando por ele até hoje.
Mais tarde, creio eu, isso também foi feito num certo longa chamado A Bruxa de Blair, que contou com um marketing que o tornou praticamente uma lenda urbana na época.
Homem-Aranha e Matrix não são legais? Certamente sim (até certo ponto), mas você não tem aquela sensação de ser absorvido pelo filme e sair do cinema questionando até que ponto aquela experiência foi apenas um filme. Nossa. Estou exagerando? Dê uma olhada nesses dois pequenos vídeos e deixe seu comentário:

O vídeo da criatura voadora parece fazer parte de um projeto bem maior, onde é explorado o “Fênomeno das Asas“, com mais vídeos e fotos. Aliás, esse vídeo é tão bem feito – seguindo a risca a fórmula de “câmera amadora”- que gerou discussões em fóruns sobre a misteriosa criatura de Hamburgo.
O vídeo do Ovni no Haiti se tornou muito popular no Youtube, gerando também discussões e vídeos que mostram como ele foi feito com o software e-on.

Mas qual era o objetivo desse post mesmo? Ah, sim. Falar sobre Cloverfield. Na verdade você só terá a verdadeira dimensão desse filme quando o gigantesco monstro que destrói Nova York estiver bem na sua frente. Esta é a grande premissa do filme, que foi todo filmado com pequenas câmeras digitais, abusando do já mencionado estilo “câmera amadora” e conferindo um alto grau de realismo. Porém o filme não é sobre como o presidente americano tenta manter a situação, ou das estratégias usadas pelo exército para deter o monstro. Ao que parece não será nem apresentada uma origem do monstro. O filme são as filmagens caseiras feitas pelas vítimas – semelhante a Bruxa de Blair ao que tudo indica. É um filme sobre o desespero e a luta pela sobrevivência de pessoas comuns em meio a destruição causada por um bebê-monstro. Sim, um bebê. O filme estréia dia 8 de fevereiro no Brasil, fiquemos atentos.

Tem um diretor, um dos meus preferidos aliás, que anda aprimorando o estilo dele – meio parecido com o da câmera amadora. O nome dele é Wes Anderson. Não vou escrever sobre ele, alguém já deve ter feito isso com certeza. Então vá pro Google e procure alguma coisa a respeito. Pode usar essa página mesmo.

 

 

Trailler de Cloverfield

 

 

 

“Acho que o autor que mais me influenciou como escritor foi Richard Matheson. Livros como Eu Sou a Lenda foram uma inspiração para mim.”

Stephen King.

Com alguém desse calibre dando o aval de qualidade, podemos ter certeza de que tal autor tem realmente uma excelente experiência a oferecer.

Para quem não conhece o Sr. Mathesom, é só dizer que ele é criador do conto que deu origem ao filme, Amor Além da vida, com Robin Willians ( o ator, não o cantor :) )e ainda do recente Eu sou a lenda, com Will Smith no elenco, fazendo o papel principal. Mas ele escreveu muito mais do que esses dois contos de sucesso.

Seu primeiro conto, Born of Man and Woman, apareceu na Magazine of Fantasy and Science Fiction em 1950. Muitos de seus contos como Third from the Sun (1950), Deadline (1959) e Button, Button (1970) são roteiros simples com final surpriendente; outros como Trespass (1953), Being (1954) e Mute (1962) exploram os dilemas dos personagens em vinte ou trinta páginas. Alguns contos, como The Funeral (1955) e The Doll that Does Everything (1954) incluem humor satírico.

 

Outros, como The Test (1954), retratam as lutas morais e físicas de pessoas comuns mais do que de personagens fantásticos como cientistas malucos e superheróis, em situações que são ao mesmo tempo futuristicas e cotidianas. Ainda outros como Mad House (1953), The Curious Child (1954) e o talvez mais famoso, Duel (1971) são contos de paranoia, nos quais o ambiente cotidiano se torna inexplicavelmente estranho e ameaçador.

Então, ele é um autor que girou por entre diversos temas e abordagens, diversos ângulos e generos literários. Para dizer a verdade, ele nunca chegou a se apegar a nenhum gênero, justamente porquê odiava rótulos, pois escrevia sobre qualquer coisa.


“Meu nome é Rober Neville. Eu sou um sobrevivente vivendo em New York. Se houver algume ai fora…qualquer um. Por favor, você não está sozinho.”

Eu sou a lenda

Em eu sou a lenda, Robert Neville ( Will Smith )é um brilhante cientista Mas mesmo ele não pode conter um vírus devastador, feito pela mão do homen. De alguma forma ele é imune aos seus efeitos, e é o único sobrevivente, no que restou da devastada New York, e talvez no mundo. Por três anos, Neville, fielmente mandou mensagens diárias por rádio, desesperadamente em busca de algum sobrevivente que esteja por aí. Mas ele não está sozinho. Vitimas mutantes da praga( Os infectados), espreitam nas sombras…observando cada passo de Neville, esperando que ele cometa um erro fatal. Talvez a última esperança da terra( tah, ele tem uma cadela chamada Sam, mas eu acho que não conta como outra esperança para a Terra, mas ele é bem bonitinha), Neville é movido por apenas um desejo agora. Achar uma cura para a doença, mas perece que ele fica cada vez mais sem tempo…

Parece que muitos créditos foram dados a Will Smih, pelo sucesso lá fora do longa. Pois com seu carisma e boa interpretação, conduz o espectador para dentro de seu mundo, onde ele anda numa fina linha entre a sanidade e a loucura, tentando manter ainda uma rotina diária, um estilo de vida normal que pode não chagar a existir nunca mais.Ele malha, corre, vai até a locadora de vídeo e entrega DVDs a atendentes que não passam de manquins…

Parece que os únicos comentários negativos quanto a esse filme, provém do final. Mas como não quero estragar a diversão de ninguém, não vamos falar sobre isso.

Parece-me que é um daqueles filmes, que vale gastar 11,00 R$,e ir no cinema para ver.
Titulo Original: Eu sou a lenda

Gênero: Ação

País/ Ano: USA / 2007

Diretor: Francis Lawrence ( Constantine )

Estudio: Warner Bros.

Estréia no Brasil: 18/01/2008

Elenco: Will Smith, Salli Richardson, Alice Braga (Cidade de Deus), Charlie Tahan

 

 

 

 

 

 

Uma pequena coleção de fotos de cidade de Porto Alegre. Tenho certeza que existem cidades maravilhosas por todo o brasil, mas eu não trocaria nada pelo calor das pessoas, o frio do inverno, e as bundas no verão.

“Porto Alegre é que tem
Um jeito legal
É lá que as gurias etc. e tal

Nas manhãs de domingo
Esperando o Gre-Nal
Passear pelo Brique
Num alto astral

Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz

Quem dera eu pudesse
Ligar o rádio e ouvir
Uma nova canção
Do Kleiton/Kledir

Andar pelos bares
Nas noites de abril
Roubar de repente
Um beijo vadio

Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É aqui que eu vivo em paz.”

Isabela Fogaça.

As ruas de um Porto não tão Alegre

Refletem meu rosto cinza envelhecido

Minha alma adornada

Por sentimentos já a muito mortos

Lembra do teu calor, do teu afago

Antes do tapa, antes do escarro..

 

Quem amou um dia sabe

Que amar é dar a vida a quem se ama

Hoje eu sou mais um dentre tantos

Um morto que anda

Um morto que ama.

 

O meu amor me ensinou a partir…

 

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