The Matador…
Um Assassino com crises de pânico, um homem de negócios inseguro, uma viagem ao México.
Mistura interessante que resulta num daqueles filmes que você vê e revê diversas vezes. Um das melhores cenas é a em que Julian (o assassino) anda de cuecas dentro de um hotel de luxo, sob os olhares apavorados dos Vips que ali estão presentes, só para que ele possa tomar um banho de piscina.
Mas na verdade o filme trata de como amizades podem nascer das formas mais estranhas possíveis, laços de vida. ( hum, lembrei daquela novela). Duas pessoas, totalmente diferentes, que por um acaso se encontram em um bar do México, se tornam grandes amigos.
Eu estou mais acostumado, a adicionar pessoas no MSN ou no Orkut e pronto, mas a vida tem disso, faz com que encontremos pessoas interessantes em todas as partes, de todas as formas.
Já fiz amizade com pedinte (durou uma viagem de ônibus muito doida), já conheci pessoas na fila do banco, na do mercado… mas nenhuma delas dura até hoje. Nós somos o centro do nosso universo, somos nosso próprio sol, a todo o momento passam plantas ao nosso redor, pessoas, que para nós, são apenas isso, pessoas, planetas, coadjuvantes na nossa história, mas também nós somos coadjuvantes da história deles, esse paradoxo é que me deixa maravilhado.
Acho incrível como as pessoas se encontram neste mundo, o que faz com que elas se esbarrem, olhem nos olhos umas das outras, e talvez conversem virem amigas… a aleatoriedade das coisas é incrível, a vida é incrível.
No último mês eu conheci duas pessoas muito joinhas, uma por Orkut, outra por MSN. Ambas pessoas fantásticas, nunca vi uma delas, a outra sim, a muito tempo. Mas o que fez com que nós começássemos a conversar, a nos conhecer? Pessoas da qual você não sabe nada, que começam do zero, mas que no momento em que você começa a conversar, a conhecer se tornam tão presentes, tão únicas.
È, a vida é cheia de surpresas. Basta-nos saber como aproveitá-las.



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