Follow me to a land across the shining sea
Waiting beyond the world we have known
Beyond the world the dream could be
And the joy we have tasted

Follow me along the road that only love can see
Rising above the fun years of the night
Into the light beyond the tears
And all the years we have wasted

Follow me to a distant land this mountain high
Where all the music that we always kept inside will fill the sky
Singing in the silent swerve a heart is free
While the world goes on running and turning
Turning and falling.

Ghost in The Shell Innocence


Mais uma vez, outro dos melhores animes que eu já vi. Acho que a grande diferença da cultura ocidental ara a nossa em termos de desenhos, é a noção de que uma animação é apenas mais uma forma de contar uma boa história, e não um nicho obrigatoriamente de “filmes” como a Turma de Mônica que são essencialmente infantis e tratam de temas mais “adultos” com a profundidade de um playboy de 15 anos. Água na canela.

Vejamos por exemplo diretores (sim porque para os japurungas eles são diretores), como Hayao Miyazaki, que fez a Viagem de Chihiro, O castelo Animado e Porco Rosso, Katsuhiro Otomo de Akira e Steamboy, e o Shirow (tri que eu escrevi isso, e meu corretor ortográfico me perguntou se eu não queria trocar por Xerox) de Ghost in The Shell. Para eles as tais animações servem para contar suas magníficas histórias de uma forma realizável, pois que de outra forma se tornaria muito caro para concretizar.

Se ao invés de ter feito uma animação, o Otomo tivesse escolhido uma forma comum de filmagem, com atores, cachês e o cacete a quatro, nós estaríamos até hoje esperando por um obra como aquela, pois o orçamento seria enorme, e grande parte dos efeitos, e tons do filme não poderiam ter sido passados, pois a animação em si se trata de uma liberdade para com a realidade, na forma de uma caricatura realista da mesma.

Mas hey, já chega, eu não pretendia me estender tanto.

Bem as novidades são as seguintes:

- O blog em breve vai ter animes, e revistas para downloads, porque ao invés de apenas dar minha opinião, eu resolvi também dar uma chance de iluminação para algumas cabecinhas.

- Passaremos por uma reformulação de Layout dentro em breve também e talvez de endereço.

- E agora o Blog também possui sua própria rede social no Ning. Então entre lá, participe, mande fotos, vídeos, pode inscrever sua RSS e tudo o mais que você consiga pensar, mas sem fotos nuas, por favor. A não ser é claro que você seja uma jovem garota esbelta, nesse caso meu e-mail é…

www.liberdadecriativa.ning.com

See you space cowboy.

Eu não sou tão velho assim, mas de qualquer forma eu me lembro de algumas coisas as vezes que fazem parecer. E os trapalhões é uma delas com certeza.

Talvez o único programa da televisão brasileira, sem ser da TV a cabo, ou a TV colosso, que eu realmente gostei de assitir quando era moleque. Talvez até mesmo por isso eu tenha gostado tanto. Porque eu era moleque.
Bons tempos creio eu. Um tempo onde o Didi era engraçado, e onde as pessoas ainda não estavam saturadas dessas porcarias humorísticas que estão soltas por ai.

É velho, talvez brega, mas é clássico. Bem, ao menos pra mim.


There’s a place I dream about

Where the sun never goes out.

And the sky is deep and blue.

Won’t you take me there with you.

We can begin again.

Shed our skin, let the sun shine in.

At the edge of the ocean

We can start over again.

The edge of the ocean song.